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tucanoanapolsoc


Domingo, 05.10.14

O momento actual - o mundo

A década actual exige um conjunto de atitudes, comportamentos e uma forma de agir diferente,  com princípios, fundamentos e premissas que permitam a garantia de futuro as gerações seguintes, manter as gerações anteriores hás condições e benefícios que criaram e para as gerações actuais as condições de segurança e os fundamentos de felicidade, realização pessoal e colectiva.

No entanto o que se vive é a destruição dos recursos naturais com constantes alterações alterações climáticas e geográficas o que não permite a devida sustentabilidade para as gerações vindouras, um mundo de constante conflito, a manutenção de um atraso crónico em países detentores de recursos, o surgir de surtos epidémicos, a pobreza como um destino o aparecimento de surtos migratórios ( migração entre países desenvolvidos  de mão de obra qualificada e migrações de mão de obra não qualificada de países subdesenvolvidos para países em vias de desenvolvimento).

A via da destruição das condições das gerações anteriores pela forma económica como a subtracção da riqueza por aumento de impostos, a criação de relações de subsistência em função das benesses do estado social (acesso a saúde como um privilegio para aqueles que criaram e sustentaram economicamente este sistema), na forma social criando uma imagem de uma geração socialmente privilegiada e despreocupada com o futuro, uma geração que podia trabalhar mas que optou pelo ócio.

Para as gerações actuais a insegurança económica, financeira, social e pessoal torna-se uma constante: em empregos temporários ou mal remunerados, financeiramente dependentes do credito que lhe é oferecido como o meio de atingir uma estatuto social ou do mito que tudo pode adquirir, social na medida em que ao propor a realização pessoal a colectiva destitui o ser da sua componente agregaria ou criando a identificação a alguns grupos no qual não entram ou são admitidos mas que convêm que estejam identificados como tal, pessoal pela pressão para cada um ser diferente mas seguidores das modas o que faz com que acabem normalizados ou seja todos iguais a valorização do ele como herói ou modelo a seguir em vez do "nos".

Poderá ser isto uma conspiração?

Não partilho esta opinião, isto surge de um materialismo desenvolvido por um longos períodos de socialismo/marxismo/comunismo, por uma educação que nega valores morais e que defende que as minorias se sobrepõem as maiorias. Um monetarismo, uma desregulamentação e fiscalização a posterior dos mercados que tem como alvo a criação de fortunas baseadas no acumular de dinheiro e não na riqueza económica. Uma sociedade de moda, com o controlo dos mass media, de estereotipariam os  comportamentos, do politicamente correcto, da velocidade de informação e não da sua importância, dos valores como status, imagem e da capacidade de adquirir.

A sociedade precisa de filosofia, de religião, de valores, de informação fermento e não pronta a comer e de educação em que se desenvolva a autocrítica e a critica como meio para atingir de facto a sustentabilidade futura, o respeito pela gerações anteriores e a geração actual não seja a peça da engrenagem mas sim o combustível que a faz mover.

 

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por tucanoanapolsoc às 22:46

Domingo, 03.03.13

Potugal

Portugal como todos os países esta formatado em décadas de historia, mas também esta formatado numa ditadura longa e mesquinha e numa revolução sem rumo ou destino.

Quando uma crise se apresenta a melhor solução para resolver a mesma ou alterar o seu rumo é modificar a maneira de pensar, no entanto estas mudanças levam imenso tempo a fazer, então o melhor é irmos modificando o pensamento de forma a evitar a crise.

Portugal esta mergulhado numa crise económica profunda sem capacidade de a resolver de forma rápida e eficaz, no entanto a crise maior é a Mentalidade e esta é profunda, sem resolução a vista e sem capacidade politica e social para alterar o uso, o costume e a cultura de forma responder com rapidez ao desenvolvimento económico-social de um pais que pretender integrar os melhores do mundo.

Um pais formatado no desenrascanço, no apadrinhamento, no favorzinho, na inveja no estatuto do coitadinho esta condenado a viver na mediocridade, no atraso, na falta de oportunidades em políticas de curto prazo consoante os ciclos eleitorais, em manter uma grande parte da população com carências económicas, em grandes diferenças sociais, privado de desenvolvimento ou crescimento durantes largos períodos de tempo.

Quando se fez uma revolução para modificar o estado das coisas, muito foi conseguido nos anos que se seguiram como a democratização da educação, o acesso a saúde, uma melhoria das condições de vida de uma grande maioria da população, uma redução da emigração, etc.

No entanto se a materialização se iam concretizando, a cultura mantinha-se agrilhoada a determinados grupos, o saber/saber e o saber/fazer mantinha-se restrito a um grupo de sabedores que numa primeira fase foram expulsos ou desapareceram mas fruto do domínio do saber regressaram ou voltaram a dominar os lugares de decisão. Estes “sábios” continuaram a desenvolver e a refinar a mentalidade claustrofóbica portuguesa, pois ao dominarem o poder e terem o poder de decisão continuaram a colocar os seus interesses em primeiro lugar e os interesses da maioria da sociedade ao seu serviço de forma a atingir a sua riqueza e o domino do poder.

Portugal apresenta um problema profundo que só pode ser superado se as novas gerações alcançarem o poder e com o seu grau de conhecimento e algum despreendimento da riqueza fácil consigam introduzir um conjunto de regras e normas que modifiquem a forma de governar e gerir ao pais, há geração anterior exige-se a criação de condições para a ascensão destas gerações e controlar os ímpetos de exercer o poder de forma autoritária.

Planear, prover os mais capazes, os melhores, perceber a universalidade de acesso aos bens e serviços de todos, os melhores são bons pelo que sabem pelo que ensinam pela riqueza que criam e devem ser apoiados e serem exemplos e permitir que todos tenham as mesmas oportunidades de aprender de desenvolverem-se e de participarem no desenvolvimento da comunidade.

Poderemos aspirar a ser um país desenvolvido e dos melhores do mundo, a sairmos desta crise quando de facto todos começarmos a exigir esta mudança, a votarmos para elegermos os melhores, a exigirmos de que os princípios sejam a nossa forma de modificarmos a sociedade para melhor ou então resta-nos a alternativa de emigramos.

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por tucanoanapolsoc às 17:45


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